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Um jeito diferente de debater sociedade e política

Cobertura Debate Presidencial – TV Aparecida

blog_eleiçoesDia 16 de setembro de 2014 (23h55)

Debate presidencial: Considerações finais marcam o último bloco

José Maria Eymael (PSDC)

Sobre a constituinte, destacou que queriam tirar “Deus” da Constituição, mas reforçou que conseguiu garantir a permanência Dele.

Aécio Neves (PSDB)

O candidato tucano disse que o governo atual fracassou e, sobre Marina, disse que ela não consegue superar suas contradições, estando no PT pouco tempo atrás.

 

Marina Silva (PSB)

Disse que não precisa do embate, mas espera por um debate. Reforçou que há um programa de governo e destacou que os seus adversários não o tem. Falou sobre a escola de tempo integral e o passe livre para os estudantes. Disse que ganhará a eleição a “nova postura”.

Dilma Rousseff (PT)

Quem vai ganhar as eleições é quem mudou o país, diz Dilma. Destacou as políticas sociais e de inclusão. Voltou a citar o mapa da fome da ONU, do qual o Brasil não faz mais parte. Segundo a petista, ainda há um longo caminho pela frente e o foco está no país na igualdade de oportunidades e um combate à corrupção.

Eduardo Jorge (PV)

Reforçou ter se colocado com clareza e firmeza durante o debate. Disse que o PV é um partido democrático e que rejeita o autoritarismo.

Luciana Genro (PSOL)

Dirigiu-se aos jovens que foram às ruas em 2013. Falou ser possível a realização dos sonhos levantados nas passeatas, desde que se tenha coragem de enfrentar os interesses tradicionais.

Pastor Everaldo (PSC)

Disse ser a favor da família como está na constituição brasileiro, à liberdade da liberdade de imprensa, da meritocracia e pelo fim do voto obrigatório.

Levy Fidelix (PRTB)

Afirmou que se os eleitores votarem no que estão na frente nas pesquisas continuarão reclamando em 2018. Pediu para votarem em propostas e não em candidatos.

***

Dia 16 de setembro de 2014 (23h20)

Debate presidencial: Candidato perguntou para candidato no quarto bloco

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1° Confronto

Marina perguntou sobre reforma agrária.

Eymael respondeu que a “democracia” cristã tem um compromisso com o tema. Destacou que a terra dos pequenos não pode entrar na reforma agrária, que está na constituinte.

Em sua réplica, Marina destacou que existem 185 mil famílias a espera de um lote, que segundo ela é fundamental. Afirmou que o atual governo assentou apenas 20 mil, contra por exemplo 70 mil nos oito anos do governo Lula. Segundo ela, a reforma agrária está “abandonada à própria sorte”.

2° Confronto

Levy Fidelix perguntou ao Pastor Everaldo sobre o domínio de bancos

O candidato disse que defende a redução do estado. Destacou que o estado hoje gasta mais do que arrecada. Disse que é preciso passar para a iniciativa privada as empresas estatais que hoje tiram dinheiro do povo brasileiro.

Levy falou sobre a falta de segurança nas ruas e falou que o país está entregue nas mãos dos bancos, que segundo ele rouba os brasileiros.

Pastor Everaldo falou que os contratos devem ser honrados, mas o governo precisa enxugar a máquina.

3° Confronto

Eymael perguntou sobre as prioridades para o Brasil nos próximos anos

Marina reforçou a conquista da democracia, a estabilidade econômica e a inclusão social, dizendo que são conquistas ameaças pelo atual governo. Destacou a importância de se valorizar os profissionais técnicos para ocupar cargos como o da Petrobras.

Segundo Eymael, o Brasil de hoje possui um sistema perverso, que esmaga pessoas e empresas. Fala em um Brasil mais forte.

Marina reforçou que seus adversários ainda não apresentaram seus programas de governo. Falou sobre a importância da educação de tempo integral e o passe livre para estudantes.

4° Confronto

Luciana Genro perguntou a Eduardo Jorge sobre o tratamento da moradia como caso de política

O candidato do PV falou sobre a importância do aluguel social, rever o modelo da cidade, como os centros das grandes metrópoles, com a ocupação de prédio abandonados.

Genro enfatizou que as empreiteiras têm ganhado muito com programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida, sem uma política realmente social.

Eduardo Jorge reforçou ter feito parte do governo Serra, mas que havia um programa de habitação para isso.

5° Confronto

Dilma Rousseff questionou Levy Fidelix sobre alguns candidatos defenderem a independência do Banco Central

Neste ponto concordamos completamente. Precisamos de uma economia integrada, do ministro da fazenda e o banco central. Destacou que os bancos só têm interesse em subir os juros e controlar a inflação.

Dilma reforçou ser contra a autonomia do BC, o que classificou que seria um hiperliberalismo.

Levy fechou falando que os bancos querem mandar no país, sendo conivente com a realidade atual, não avançando em educação, segurança e outros temas.

6° Confronto

Eduardo Jorge perguntou para Dilma Rousseff sobre o programa Brasil-Alemanha sobre a implantação de usinas no Rio de Janeiro

Dilma disse que esse acordo está ultrapassado. Segundo ela, hoje o foco é em hidroelétricas ambientalmente sustentáveis, além de outras energias limpas, como a eólica. Segundo ela, o Brasil está preparado para ser uma potência em energia elétrica.

Segundo Jorge, a matriz ambientalmente limpa está cada vez mais suja. O candidato do PV disse que em termos de energia limpa o Brasil caminha a passos de tartaruga.

Dilma defendeu a energia vinda das hidroelétricas, que segundo ela garantem a posição do Brasil atualmente.

7° Confronto

Pastor Everaldo perguntou sobre o que chamou de “mensalão 2”, envolvendo a Petrobras, que a presidente Dilma diz não saber de nada.

Aécio destacou que a investigação é da Polícia Federal e não pode ser encarada de forma natural.  O tucano disse que a vida pública não pode ser exercida sem os valores cristãos.

O candidato do PSC afirmou que no “mensalão 1” disse que o presidente na época falou não saber de nada. Perguntou se a sociedade brasileira concorda com essa situação. Voltou a citar o momento atual da Petrobras, que segundo ele perdeu seu valor de mercado em quase 70 bilhões.

Para Aécio, o governo abandou o projeto de país e agora quer apenas se manter no poder.

8° Confronto

Aécio Neves questionou Luciana Genro sobre a questão da educação

Luciana Genro voltou no tema da Petrobras, reforçando que a corrupção começou no PSDB, que seguiu no PT. Falou sobre a corrupção na privatização das empresas públicas e na compra de votos para a reeleição na gestão de FHC. Disse que Aécio deve falar do PT, mas também sobre o PSDB.

Falou que Luciana atua como linha auxiliar do PT. Voltou ao tema da educação, falando sobre a criação da escola brasileira, com um currículo mais atual e regionalizado para atender cada região do país.

Luciana Genro: “linha auxiliar do PT é uma ova. Foi o PT quem aprendeu com o PSDB”. Chamou Aécio de “fanático” por privatização.

Direito de resposta à Dilma

No caso da Petrobras quero lembrar que quem investigou a corrupção foi um integrante do governo, vinculado à Política Federal. Nunca escolhemos um engavetador geral da república.

Direito de resposta a Aécio

Política é isso e estamos sujeitos aos impropérios. Alguns são levianos. Eu me orgulho da minha formação cristã, católico. Construímos um governo sério em Minas.

***

Dia 16 de setembro de 2014 (22h40)

Debate presidencial: Candidatos respondem perguntas dos jornalistas no terceiro bloco

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União homoafetiva

Aécio – Qualquer tipo de discriminação deve ser considerado crime. Não é uma decisão que cabe ao presidente da república, mas eu apoio que qualquer discussão seja aprofundada.

 

Royalties

Levi – Estamos tratando de algo promissor, mas que ainda não é realidade. Temos que resolver outras questões e dívidas, se não esse valor será indiferente. Eu farei o que já está previsto em lei, aplicar na educação e na saúde.

 

Saneamento básico

Marina – Crianças que não tem saneamento tem desempenho escolar pior. Nosso compromisso é que o governo federal se responsabilize por esse tema junto com os prefeitos. O não tratamento de água prejudica em vários níveis, inclusive no abastecimento de água, como é o caso de São Paulo.

 

Saúde

Dilma – Depois de resolver a questão da falta de médicos, vamos fazer o “Mais especialidades”. As pessoas precisam disso nas filas. O programa é a criação de uma rede que integrará pacientes a especialistas.

 

Aborto

Eduardo – Você não pode deixar as mulheres abandonadas. A minha decisão é pela retirada dessa lei que transforma em criminosas mulheres que optam por isso. Essa é a orientação racional para diminuir a quantidade de mortalidade materna no Brasil.

 

Maioridade penal

Everaldo – Eu sou favorável a maioridade penal. É inadmissível um adolescente cometer crimes e ficar a margem da lei. Para os jovens delinquentes com pequenos delitos temos projetos para reaproveitá-los e colocá-los em projetos sociais.

 

Reforma tributária

Luciana – Nenhum governo tentou implantar o plano de reforma que o PSOL defende. Eu defendo Inverter a atual lógica do sistema tributário. O sistema de tributo é extremamente injusto. Nós defendemos que os bancos e milionários paguem mais impostos.

 

Liberação das drogas

Eymael – Eu sou totalmente contra. A democracia cristã é totalmente contra a descriminalização das drogas. É necessário realizar uma mobilização efetiva das nossas forças para fechar as nossas fronteiras para a entrada das drogas e das armas.

***

Dia 16 de setembro de 2014 (22h15)

Debate presidencial: No segundo bloco, bispos fazem perguntas

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O segundo bloco foi marcado por oito perguntas de bispos, respondidas por cada um dos candidatos.

1° tema – Juventude

Candidata: Marina Silva

A candidata do PSB falou sobre a importância da construção de acesso aos meios, como educação e trabalho, para os jovens, além do fortalecimento da política e na parceria com os governos dos estados no combate à violência. Destacou a importância do fortalecimento da família.

2° Tema – Família

Candidato: Levi Fidelix

Segundo o candidato, a família brasileira é “insolúvel”. Falou que um governante que defende o futuro de um país defende a preservação da família.

3° Tema – Estado e a religião

Candidata: Luciana Genro

A candidata do PSOL destacou não ser religiosa e não vai se converter por uma questão política. Segundo ela, a liberdade de religião não pode sofrer nenhuma restrição. Diz defender a união civil homoafetiva, que é algo natural na sociedade. Defendeu o combate à homofobia e pregar o bem e a igualdade, independente da religião

4° Tema – Combate à desigualdade

Candidata: Dilma Rousseff

Destacou que o seu compromisso é com a inclusão e a igualdade social. Destacou dados da ONU, que mostram que o Brasil saiu do mapa da fome. Falou sobre a geração de emprego nos últimos quatro anos e o aumento do salário mínimo, além da redução da mortalidade infantil. Também abordou a agricultura familiar, que está entre as prioridades de seu governo

5° Tema – Educação
Candidato: Aécio Neves

Falou sobre o que foi feito em Minas Gerais durante o seu governo no estado, com a melhoria dos índices e ser a melhor educação fundamental do país.

6° Tema – Comunicação

Candidato: Pastor Everaldo

Falou ser favorável a liberdade de imprensa e contra o marco regulatório. Segundo o candidato a comunicação tem que ser livre, permitindo que todos saibam o que está acontecendo.

7° Tema – Direitos humanos

Candidato: José Maria Eymael

Disse que o compromisso maior da democracia cristão está alinhado aos valores da família. Falou sobre a dignidade humana e a igualdade de oportunidades, que segundo ele é o ponto central do processo democrático. Eymael disse que no Brasil não há igualdade de oportunidade

8° Tema – Indígina

Candidato: Eduardo Jorge

Segundo Eduardo Jorge, no momento existem 30 terras para serem desmarcadas e ninguém assina. Disse que se eleito assina as três no mesmo dia.

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Dia 16 de setembro de 2014 (21h55)

Debate presidencial: Primeiro bloco debate a reforma política

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No primeiro bloco do debate, o tema abordado foi a reforma política e como isso se daria na visão de cada candidato.

O candidato José Maria Eymael (PSDC) falou sobre sua via e não respondeu à questão colocada. O tucano Aécio Neves afirmou que essa é uma proposta profunda, que merece ser discutida com a sociedade, defendendo a redução de quadros nos poderes, o voto distrital misto e o fim da reeleição, por um mandato de cinco anos.

Marina Silva falou sobre a importância do financiamento público de campanha e também defendeu a discussão com a sociedade. Candidata à reeleição, Dilma Rousseff falou que apoia a proposta da CNBB e as 100 entidades, defendendo o financiamento público de campanha, o fim das coligações proporcionar e o voto misto.

Eduardo Jorge, do PV, disse que entregou no TSE nas eleições de 2014 um documento de que não receberia financiamento privado, enquanto o “G3”, referindo-se à Dilma, Aécio e Marina, está usufruindo “gostosamente” desses financiamentos. Do PSOL, Luciana Genro disse que o partido foi parceiro da CNBB na proposta da reforma política. Segundo Genro, o financiamento privado em campanha dá origem a uma relação promiscua entre o setor privado e público – destacando as denúncias envolvendo empreiteiras e a Petrobras.

Pastor Everaldo, do PSC, disse que o partido já apresentou em 2011 o fim do voto obrigatório, além de ser 100% favorável ao fim das coligações proporcionais. Levi Fidelix (PRTB) disse que o seu partido vem defendendo a reforma política há muitos anos – classificou como sendo essencial. Também defendeu o fim do voto obrigatório e o que classificou como “problema” na divisão do tempo de rádio e televisão, que prejudica os partidos pequenos.

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Dia 16 de setembro de 2014 (21h10)

Debate presidencial: Dilma Rousseff também passa sem contato com a imprensa

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Última a chegar no centro de eventos em Aparecida, em cima da hora do início do debate, a candidata a reeleição Dilma Rousseff (PT) também não falou com a imprensa.

 

 

 

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Dia 16 de setembro de 2014 (21h)

Debate presidencial: Eymael destaca participação em primeiro evento televisivo

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Por conta das regras dos debates realizados até aqui no primeiro turno da corrida eleitoral de 2014, o candidato José Maria Eymael (PSDC) participa de seu primeiro encontro com os demais candidatos na televisão.

Em sua chegada ao centro de eventos para o debate da CNBB, Eymael reforçou ter sido “impedido” de participar dos outros debates e destacou a força de democracia proporcionada pelo debate da noite de hoje.

 

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Dia 16 de setembro de 2014 (20h50)

Debate Presidencial: Marina Silva chega sem falar com a imprensa

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A candidata do PSB, Marina Silva, já está no centro de eventos para participar do debate da TV Aparecida. Em sua chegada ao local, Marina falou apenas com os jornalistas da própria TV e não foi até o setor comum da imprensa.

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Dia 16 de setembro de 2014 (20h42)

Debate Presidencial: Aécio Neves diz que vai prevalecer a razão

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Em terceiro na corrida presidencial, o tucano Aécio Neves está no Centro de Eventos em Aparecida para o debate presidencial das 21h30. No contato com a imprensa, o candidato disse que “está chegando a hora da razão”.

O tucano disse ter convicção de que irá ao segundo turno e a reviravolta na eleição só aconteceu por conta da “cambalhota” que a morte de Eduardo Campos causou.

 

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Dia 16 de setembro de 2014 (20h35)

Debate Presidencial: Luciana Genro “religião não é questão de governo”

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Em sua chegada para o debate da CNBB, a candidata do PSOL, Luciana Genro, falou que pretende deixar suas posições de forma clara e transparente no debate, mesmo que não estejam em linha “com as posições da igreja católica”. Ela afirma: “Não vou fugir do meu posicionamento.”

Ainda sobre religião e governo, Genro diz que uma coisa não pode interferir na outra e que se eleite trabalharia pela legitimidade de todas religiões e que cada uma tenha seu espaço.

 

 

 ***

Dia 16 de setembro de 2014 (20h27)

Debate Presidencial: Levi Fidelix afirma ser “conservador” e quer ver quem “faz ceninha”

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Candidato do PRTB, conhecido pelo famoso projeto do Aerotrem, Levi Fidelix, foi um dos primeiros a chegar para o debate da CNBB, em Aparecida.

Em fala rápida com a empresa, ele afirmou que essa é uma chance dos candidatos “dos partidos pequenos, mas que possuem grande ideias, discutir o Brasil”. Segundo Levi, será mais uma oportunidade de se mostrar quem está a favor do povo e quem está “fazendo ceninha”.

O candidato também confirmou ser “conservador, assim como todo brasileiro é”.

 

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Dia 16 de setembro de 2014 (17h45)

Blog Papo Sem Censura faz a cobertura do debate presidencial da TV Aparecida
>>> Acompanhe tudo em tempo real aqui na página especial da cobertura.

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Foto: A12.com

 

A TV Aparecida realiza nesta terça-feira, dia 16, um debate presidencial reunindo oito candidatos à presidência da república. Estão confirmados no encontro: Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Eduardo Jorge (PV), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL) e Pastor Everaldo (PSC).

O debate terá início às 21h30 e acontecerá no centro de eventos do Santuário Nacional, em Aparecida. O blog Papo Sem Censura estará presente no evento e acompanhará toda a movimentação, desde a chegada dos presidenciáveis, prevista para às 20h, até o desenrolar do debate, que será dividido em cinco blocos conduzidos pelo jornalista Rodolpho Gamberini.

Este será o terceiro debate presidencial – os outros dois foram realizados pela TV Bandeirantes e pelo SBT. A novidade será a presença de José Maria Eymael (PSDC), que não participou dos outros dois encontros. Concorrem à presidência ainda outros três candidatos: Mauro Iasi (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU).

 

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