mariella

Mulher. Negra. Mãe. Periférica, nascida e criada na Maré. Combatente na luta pela igualdade. Combatente na luta contra o racismo. E todas as formas de preconceitos. Isso é “um pouco” de Marielle Franco.

Marielle era formada pela PUC-Rio e com mestrado em Administração Pública pela Universidade Federal Fluminense (UFF), ocasião na qual trabalhou o tema “UPP: a redução da favela a três letras”.

Trabalhou em organizações como Brasil Foundation e o Centro de Ações Solidárias da Maré (Ceasm) e coordenou a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), ao lado de Marcelo Freixo, de quem foi assessora. Em 2016, foi eleita como a quinta vereadora mais votada no Rio pelo PSOL.

No dia 28 de fevereiro foi nomeada relatora da comissão que irá acompanhar a intervenção federal e militar no Rio. No último dia 10 de março denunciou o abuso de policiais militares em Acari. Na noite deste 14 de março foi executada no centro do Rio, após sair do encontro “Jovens Negras Movendo as Estruturas”, na Lapa.

Marielle morreu. Anderson Pedro Gomes, que dirigia o carro, morreu. Foram nove disparos contra o veículo no qual eles estavam. A assessora da Marielle saiu com vida.

Vida na qual também seguem os pensamentos, as mensagens, as palavras e, em especial, a luta de Marielle.

Marielle vive!

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