Ainda estamos longe da maior idade [e esperamos que assim continue sendo; #NãoÀRedução, afinal – sempre bom reforçar este tema], mas é possível dizer que depois de nove anos transcorridos fica uma sensação tal qual “caramba, temos uma história para contar!”. Dia 22 de outubro, o blog Papo Sem Censura completou 9 aniversários e entrou em seu décimo ano.

São 874 artigos publicados, cerca 280 sessões legislativas acompanhadas in-loco e mais de R$ 3 mil reais investidos (do bolso) com combustível em deslocamentos e taxas virtuais.

O blog Papo Sem Censura sempre teve cara, assinatura e transparência sobre quem estava por trás de cada palavra, de cada texto, de cada opinião… Na democracia, afinal, não há margem para o oculto, para o subterrâneo. É nosso dever defender a democracia [preservá-la e aperfeiçoá-la] e isso passa, obrigatoriamente, pela prática da livre expressão e pela capacidade de deixar evidente ao leitor com quem ele está dialogando.

Como parte desse compromisso em ajudar na construção da democracia, o blog sempre refutou e-mails e cartas anônimas, na mesma medida em que respeitou o anonimato de fontes quando resultado de uma conversa transparente e baseada na confiança.

Quem aposta em dedicar seu tempo ou parte dele à mídia independente e ao jornalismo alternativo sabe dos desafios; mas certamente desfruta do sentimento de liberdade e da “paz” em defender o que realmente faz mover o ser humano: o sonho por mudanças, pela quebra de paradigmas, pelo rompimento do status quo – em seus diferentes caminhos. A crítica é o papel do blog. A utopia, uma obrigação.

Como o momento é de comemoração, os agradecimentos também são obrigatórios: aos amigos que sempre apoiaram e incentivaram o blog; aos parceiros que contribuíram com os seus escritos; ao legislativo e ao executivo de Pindamonhangaba que, apesar das divergências de visões, sempre foram “fontes” de pautas; e, obviamente, aos leitores do blog por cada post lido e compartilhado.

E que isso seja apenas o começo, que a descrença no momento seja passageira e que o futuro nos reserve boas colheitas com base em novas sementes de esperança que sejamos capazes de plantar.

Obrigado e avante!

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