IMG-20140916-WA0057

No primeiro bloco do debate, o tema abordado foi a reforma política e como isso se daria na visão de cada candidato.

O candidato José Maria Eymael (PSDC) falou sobre sua via e não respondeu à questão colocada. O tucano Aécio Neves afirmou que essa é uma proposta profunda, que merece ser discutida com a sociedade, defendendo a redução de quadros nos poderes, o voto distrital misto e o fim da reeleição, por um mandato de cinco anos.

Marina Silva falou sobre a importância do financiamento público de campanha e também defendeu a discussão com a sociedade. Candidata à reeleição, Dilma Rousseff falou que apoia a proposta da CNBB e as 100 entidades, defendendo o financiamento público de campanha, o fim das coligações proporcionar e o voto misto.

Eduardo Jorge, do PV, disse que entregou no TSE nas eleições de 2014 um documento de que não receberia financiamento privado, enquanto o “G3”, referindo-se à Dilma, Aécio e Marina, está usufruindo “gostosamente” desses financiamentos. Do PSOL, Luciana Genro disse que o partido foi parceiro da CNBB na proposta da reforma política. Segundo Genro, o financiamento privado em campanha dá origem a uma relação promiscua entre o setor privado e público – destacando as denúncias envolvendo empreiteiras e a Petrobras.

Pastor Everaldo, do PSC, disse que o partido já apresentou em 2011 o fim do voto obrigatório, além de ser 100% favorável ao fim das coligações proporcionais. Levi Fidelix (PRTB) disse que o seu partido vem defendendo a reforma política há muitos anos – classificou como sendo essencial. Também defendeu o fim do voto obrigatório e o que classificou como “problema” na divisão do tempo de rádio e televisão, que prejudica os partidos pequenos.