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1° Confronto

Marina perguntou sobre reforma agrária.

Eymael respondeu que a “democracia” cristã tem um compromisso com o tema. Destacou que a terra dos pequenos não pode entrar na reforma agrária, que está na constituinte.

Em sua réplica, Marina destacou que existem 185 mil famílias a espera de um lote, que segundo ela é fundamental. Afirmou que o atual governo assentou apenas 20 mil, contra por exemplo 70 mil nos oito anos do governo Lula. Segundo ela, a reforma agrária está “abandonada à própria sorte”.

2° Confronto

Levy Fidelix perguntou ao Pastor Everaldo sobre o domínio de bancos

O candidato disse que defende a redução do estado. Destacou que o estado hoje gasta mais do que arrecada. Disse que é preciso passar para a iniciativa privada as empresas estatais que hoje tiram dinheiro do povo brasileiro.

Levy falou sobre a falta de segurança nas ruas e falou que o país está entregue nas mãos dos bancos, que segundo ele rouba os brasileiros.

Pastor Everaldo falou que os contratos devem ser honrados, mas o governo precisa enxugar a máquina.

3° Confronto

Eymael perguntou sobre as prioridades para o Brasil nos próximos anos

Marina reforçou a conquista da democracia, a estabilidade econômica e a inclusão social, dizendo que são conquistas ameaças pelo atual governo. Destacou a importância de se valorizar os profissionais técnicos para ocupar cargos como o da Petrobras.

Segundo Eymael, o Brasil de hoje possui um sistema perverso, que esmaga pessoas e empresas. Fala em um Brasil mais forte.

Marina reforçou que seus adversários ainda não apresentaram seus programas de governo. Falou sobre a importância da educação de tempo integral e o passe livre para estudantes.

4° Confronto

Luciana Genro perguntou a Eduardo Jorge sobre o tratamento da moradia como caso de política

O candidato do PV falou sobre a importância do aluguel social, rever o modelo da cidade, como os centros das grandes metrópoles, com a ocupação de prédio abandonados.

Genro enfatizou que as empreiteiras têm ganhado muito com programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida, sem uma política realmente social.

Eduardo Jorge reforçou ter feito parte do governo Serra, mas que havia um programa de habitação para isso.

5° Confronto

Dilma Rousseff questionou Levy Fidelix sobre alguns candidatos defenderem a independência do Banco Central

Neste ponto concordamos completamente. Precisamos de uma economia integrada, do ministro da fazenda e o banco central. Destacou que os bancos só têm interesse em subir os juros e controlar a inflação.

Dilma reforçou ser contra a autonomia do BC, o que classificou que seria um hiperliberalismo.

Levy fechou falando que os bancos querem mandar no país, sendo conivente com a realidade atual, não avançando em educação, segurança e outros temas.

6° Confronto

Eduardo Jorge perguntou para Dilma Rousseff sobre o programa Brasil-Alemanha sobre a implantação de usinas no Rio de Janeiro

Dilma disse que esse acordo está ultrapassado. Segundo ela, hoje o foco é em hidroelétricas ambientalmente sustentáveis, além de outras energias limpas, como a eólica. Segundo ela, o Brasil está preparado para ser uma potência em energia elétrica.

Segundo Jorge, a matriz ambientalmente limpa está cada vez mais suja. O candidato do PV disse que em termos de energia limpa o Brasil caminha a passos de tartaruga.

Dilma defendeu a energia vinda das hidroelétricas, que segundo ela garantem a posição do Brasil atualmente.

7° Confronto

Pastor Everaldo perguntou sobre o que chamou de “mensalão 2”, envolvendo a Petrobras, que a presidente Dilma diz não saber de nada.

Aécio destacou que a investigação é da Polícia Federal e não pode ser encarada de forma natural.  O tucano disse que a vida pública não pode ser exercida sem os valores cristãos.

O candidato do PSC afirmou que no “mensalão 1” disse que o presidente na época falou não saber de nada. Perguntou se a sociedade brasileira concorda com essa situação. Voltou a citar o momento atual da Petrobras, que segundo ele perdeu seu valor de mercado em quase 70 bilhões.

Para Aécio, o governo abandou o projeto de país e agora quer apenas se manter no poder.

8° Confronto

Aécio Neves questionou Luciana Genro sobre a questão da educação

Luciana Genro voltou no tema da Petrobras, reforçando que a corrupção começou no PSDB, que seguiu no PT. Falou sobre a corrupção na privatização das empresas públicas e na compra de votos para a reeleição na gestão de FHC. Disse que Aécio deve falar do PT, mas também sobre o PSDB.

Falou que Luciana atua como linha auxiliar do PT. Voltou ao tema da educação, falando sobre a criação da escola brasileira, com um currículo mais atual e regionalizado para atender cada região do país.

Luciana Genro: “linha auxiliar do PT é uma ova. Foi o PT quem aprendeu com o PSDB”. Chamou Aécio de “fanático” por privatização.

Direito de resposta à Dilma

No caso da Petrobras quero lembrar que quem investigou a corrupção foi um integrante do governo, vinculado à Política Federal. Nunca escolhemos um engavetador geral da república.

Direito de resposta a Aécio

Política é isso e estamos sujeitos aos impropérios. Alguns são levianos. Eu me orgulho da minha formação cristã, católico. Construímos um governo sério em Minas.