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Quem passa pelo centro da cidade e conhece um pouco da história de Pindamonhangaba fica inconformado e apreensivo com a situação da Igreja São José, localizada na Praça Barão do Rio Branco. Prédio histórico, de 1848, a igreja é tombada pelo Condephaat e, agora, precisa de uma restauração urgente.

Depois de muitos rumores sobre de quem era a responsabilidade de cuidar do caso, a prefeitura teve uma iniciativa: realizou no dia 2 de setembro uma reunião no auditório da sede do poder executivo para falar sobre o tema. Entre outras pessoas, o encontro reuniu as arquitetas Rosângela Martinelli Biasoli e Mita Ito, representantes da  Pauliceia – a mesma empresa que assumiu o projeto de restauração do Palacete 10 de Julho.

Na audiência pública, que contou com poucos munícipes, foi explicado que existem dois processos correndo: um na esfera estadual, por meio do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), e o segundo no âmbito federal, no Ministério da Cultura. A diferença básica entre os dois caminhos é que no caso do IPT a verba é pública e seria repassada de forma direta, enquanto no MinC a aprovação acontece via Lei Rouanet, autorizando que seja captada verba junto à iniciativa privada.

Orçado em 6 milhões de reais, o restauro pode se tornar realidade dentro de um curto prazo. No MinC, o processo está concluído, aguardando apenas a assinatura final da Ministra da Cultura, Marta Suplicy.