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Eu gosto da folia do carnaval, dos sorrisos estampados, das brincadeiras, da baderna (des)organizada, das marchinhas antigas, dos sambas consagrados, das bandinha de rua que aguçam cabeças nas janelas, da água lançada do quinto andar na passagem do bloco, da espuma que ninguém sabe de onde veio, da serpentina que rodopia pescoços, dos confetes que invadem gargantas.

Gosto da ousadia destemida de Paulo Barros. Do estilo barroco rococó da Rosa Magalhães. Da leveza poética de Alex de Souza. Do requinte do Fabinho Ricardo. Da perspicácia de Paulo Menezes e o reinventar constante de Alexandre De Louzada.

Gosto do Carnaval. Gosto de permitir que a vida apenas não passe, mas também pare para uma gargalhada, um olhar sincero, uma palavra bem humorada… Saber viver não é conceito e nem sabedoria: é estalar o dedo a cada nova ideia, é sentir que foi mais fácil espirrar ao olhar para o sol, é aquele arrepio suave diante do encantador, é não pensar muito antes de apertar o enter numa conversa via chat; é fazer do vento, brisa – e da brisa, inspiração.

Viver é aprender a cada dia. E o carnaval ensina a magia de ser feliz e de sonhar – e de reinventar sonhos. Transforma luzes em estrelas e o impossível em palpável.

Ao carnaval, meus mais profundos agradecimentos!