>>> Derrotada nas urnas ao lado de Paulo Sérgio Torino em 2012, a ex-vice-prefeita de Pinda busca fortalecer as bases eleitorais de seu “novo” partido

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Em entrevista ao Jornal Atos, a ex-vice-prefeita Myriam Alckmin falou sobre as primeiras ações do novo partido, o MD (Mobilização Democrática), na região. A legenda é resultado de uma fusão entre PPS e PMN, concretizada na última semana. Segundo Myriam, o partido está focado no fortalecimento regional e nacional. Alguns nomes, como o de José Serra e Marina Silva, então entre possíveis integrantes da nova agremiação. O foco principal está nas eleições de 2014.

O MD inicia sua trajetória com 147 prefeitos, 2.527 vereadores, 58 deputados estaduais e 13 deputados federais. Para 2014, o partido não descarta ter um candidato à presidência da república. Sendo assim, o antigo PPS não pode ser dado como um partido automático na base de apoio a Aécio Neves. Apesar de haver espaço para o diálogo. “Quanto ao governo, essa legenda mantém apoio ao governador Geraldo Alckmin e em termos de Brasil, são varias opções, como Eduardo Campos, do PSB, Aécio Neves e Marina Silva. São várias ideias”, afirma Myriam.

Na entrevista, Myriam também fez crítica à administração tucana de Vito Ardito Lerário, de quem saiu derrotada nas eleições municipais de 2012, na condição de vice na chapa de Torino (PMDB). “Nosso governador (Geraldo Alckmin) diz que quem ganha governa, quem perde, fiscaliza. Então faço hoje meu papel de agente fiscalizadora do município. Para mim, Pinda perdeu muito nestes cem dias. Como o Esporte, onde perdemos o ciclismo e o vôlei”, avalia ela. “A cidade está mal cuidada, esburacada, mas independentemente disso, deixamos boas sementes, como a avenida Bom Sucesso, onde há um investimento de mais de R$ 15 milhões do Estado. Independente do prefeito querer ou não, varias ações vão acontecer por conta de coisas que havíamos semeado.”

Em Pinda, o partido ganha um representante no Legislativo, o parlamentar Carlos “Magrão”, eleito pelo PPS.