>>> Faltando menos de um mês para as eleições municipais, Lula ganha a companhia de Marta e Dilma no apoio a Fernando Haddad. Resta saber se ainda há tempo…



Segundo Marta, “ela é quem fez e faz” por São Paulo; Lula é um “Deus”; e Dilma “está bem avaliada nas pesquisas”. Dessa forma, a ex-senadora e neo-ministra da Cultura, Marta Suplicy, avalia a importância da união do trio petista na reta final da campanha de Fernando Haddad – o poste 2, o retorno.
Lula está com Haddad desde sempre. O impôs garganta abaixo do petismo, que pensava em algum nome de mais peso para o pleito em São Paulo. Marta, preterida na disputa interna, preferiu afastar-se da campanha. Disse que cumpriria seu papel de senadora, em Brasília – longe de São Paulo. Cumpriu o dito até a página 2. Chamada para um almoço com Lula, escolheu no menu a pasta da Cultura. De gorjeta à casa, prometeu dar os braços a Haddad na periferia paulistana – base onde a petista tem força.

Agora, foi a vez de Dilma Rousseff emprestar sua imagem bem avaliada à campanha do PT em SP. Em um acordo com o PMDB, de Michel Temer, Dilma não pousaria na capital paulistana, onde o partido do seu vice-presidente também tem candidato. Porém, Gabriel Chalita patina, patina… e não sai dos 5%. Deu-se um encontro e o acordo de que Dilma está liberada para ajudar Haddad a chegar ao segundo turno. Não, o PT não descumpriu um acordo com o PMDB. O refez…

Faltando menos de um mês para o pleito municipal, Haddad registra 17% na intenção de votos – está tecnicamente empatado com José Serra (PSDB), que tem 20%. Disparado, Celso Russumano (PRB) não quer saber de cair da casa dos 30%. Sim, mais uma vez, PT e PSDB polarizam uma eleição em SP, mas na condição de quem será capaz de chegar ao segundo turno.