O momento não é da oposição. Dias atrás, o democrata Cláudio Lembo previu um futuro complicado para os partidos opisicionista.

Hoje, o jornalista Fernando Rodrigues traz em seu blog um levantamento interessantes sobre o número de cadeiras que cada partido deverá fazer no Senada e na Câmara Federal.

Para que as pulgas da oposição fiquem ainda mais ouriçadas, as perspectivas não são nada animadoras.

Segundo o blog, caso Dilma “Lula” Rousseff seja eleita – o que hoje apontam as pesquisas -, no Senado ela teria logo de cara 50 aliados, podendo chegar a 60. O total de cadeiras é 81.

Na Cârama Federal, a petista partiria com 320 apoiadores, podendo chegar a 398, de um total de 513.

Portanto, nas duas esferas legislativas faria maioria.

A situação mostra ainda que, uma possível – hoje difícil – vitória de José “Receitagate e Erenicegate” Serra representaria difíceis quatro anos para o tucano, com minoria. A oposição, não tenham dúvidas, faria jogo duro.

Além disso, em suas últimas cartadas para reverter a vantagem de Dilma, o tucano fez duas “graves” promessas: aumentar o salário mínimo para R$ 600 já em 2011 e elevar o salário dos aposentados e pensionistas do INSS em 10%.

Eleito, promessas tão factuais como essas teriam que ser cumpridas.

Então, fica a pergunta: Dá?

Vale ressaltar que Serra deixou o governo do Estado mais rico do país com o mínimo em R$ 560. Repito: é possível chegar em 600 reais em 2011?

Não precisa ser economista para fechar: “isso é impossível sem causar estragos!”