O Blog “Papo sem Censura” estreia hoje sua nova seção: o Bate-pronto.

Trata-se de um rápido bate-papo, com três perguntas voltadas para empresários, políticos, artistas. Enfim, pessoas da sociedade de uma forma geral…

Abrindo esta seção, a conversa rápida de hoje é com o diretor-presidente do Portal R3, Luis Cláudio.

Confira:

Papo sem Censura: Um resumo sobre a mudança e o projeto preparado para o Portal R3…

Luis Claudio: Mudanças sempre são necessárias. Tínhamos o projeto de mudar o visual do Portal Pinda, deixá-lo mais atraente e interativo e aliado a isso resolvemos também mudar o nome. Muitos estão perguntando por que mudar o nome? Bom, comercialmente falando, o nome Portal Pinda nos deixava limitados a Pindamonhangaba e, como nossa meta é expandir tanto a área comercial como a área jornalística, era necessário a mudança. Por isso nasceu o PortalR3. Conseguimos manter o “portal” no nome e adicionamos “R3”, que seria uma alusão as três regiões: Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte. Visual “clean” e interatividade com o internauta são os pontos fortes do novo site.

PSC: O dinamismo que a internet oferece, ao mesmo tempo que possibilita muitas alternativas, também exige atenção total as novas tecnologias, sempre inovando para atrair a atenção do internauta. Como é administrar isso?

LC: Quem trabalha com internet sabe que precisa estar sempre “antenado” nas novidades do mundo da informática. São ferramentas e serviços que surgem a todo momento; uns terão vida longa e a preferência dos usuários; outras nascerão, mas morrerão logo. Podemos citar, logo no começo da internet no Brasil, o ICQ – programa de mensagens instantâneas – que era uma febre, mas que depois do surgimento do MSN, que agregou outras funcionalidades, foi completamente esquecido. Também podemos destacar o Twitter, febre mundial, o serviço de microblog atrai a cada dia milhares de novos usuários. Então, acho que o segredo é estar sempre atento para ver o que é útil e o que será apenas uma “febre de momento”.

PSC: Qual avaliação você faz sobre o jornalismo desenvolvido hoje na região – por todas as mídias: rádio, TV, sites e jornais impressos. Podemos ter garantias de que ele é realmente isento de interesses?


LC: Acho que o jornalismo da região, de um modo geral, tem uma boa credibilidade sim. A própria internet ajuda a monitorar isso. Quando algum meio de comunicação tenta enganar o internauta, ele rapidamente descobre a verdade através de outros sites ou mecanismos de busca. Isso ajuda a tirar do mercado aqueles que querem usar de meios de comunicação para tirar proveito em benefício próprio.